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Uma Noção de SEO

Após visitar uma página na web, o robô do mecanismo de buscas a envia para uma imensa base de dados, trata-se de uma verdadeira biblioteca pública em constante expansão. Assim como um índice de um livro, o mecanismo organiza as páginas para que o conteúdo seja facilmente encontrado através das pesquisas, nesse ponto surgem os “algoritmos de buscas”, que procuram os termos da pesquisa feita por um internauta no índice e localiza as páginas mais adequadas para serem exibidas ao usuário em ordem de relevância.

O algoritmo do Google, por exemplo, segmenta as informações obtidas pelo googlebot por uma série de critérios, atualmente são mais de 200, dentre as quais se destacam: os termos usados nas páginas, a atualização do conteúdo, a região do usuário e ainda o conhecido Pagerank, um ranking baseado numa fórmula desenvolvida pelo Google que considera também uma série de informações sobre o site para classificá-lo com uma pontuação de 0 a 10.

O Google trabalha também com um poderoso sistema de cache que evita a demora no resultado da pesquisa, pois com esse cache a consulta à base de dados é reduzida tanto quanto possível. O mesmo também permite que o Google não tenha que atualizar as informações dos sites com a mesma frequência, permitindo que o googlebot aperfeiçoe seu trabalho para analisar sites que tenham mais atualizações e sejam mais relevantes às pesquisas. Esse sistema de cache é um mecanismo criado para acessar de forma rápida determinados dados sem ter de acessar o dispositivo original de armazenamento, ao invés disso, dispositivos mais rápidos são usados, servindo como intermediadores de acesso.

A Internet: “coisas e não palavras”

Nos primórdios da era da internet, quando as primeiras técnicas e regras sobre SEO estavam sendo projetadas e usadas, os buscadores adoravam as palavras. Porém, ao longo dos anos o movimento tem sido no sentido dos “conceitos”, ou seja, “coisas não palavras”.

As palavras na página realmente entram no jogo de SEO, mas o mais importante é identificar os conceitos de uma página ou um site. Isso ajuda a melhorar os resultados desse tipo de estratégia em um mundo comumente mais personalizado. Embora esta abordagem esteja mais relacionada aos elementos de classificação de uma página ou de um site, alguns fatores são extremamente relevantes para fazer com que a página seja realmente encontrada. Dois destes fatores são: Rastreamento (Crawling), a capacidade que o buscador tem de obter coisas acerca do site e Indexação (Indexing), buscando as páginas para o índice do buscador.

Atualmente, a maioria dos fatores pode ser tratada por ferramentas automatizadas fornecidas pelos principais buscadores. Pelo menos para que saibam que o seu site existe. O que não é tão evidente são o nível e a profundidade do rastreamento e indexação dado a um website. Isso pode ser atribuído a alguns fatores internos e externos ao site.

SEO – a teoria

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SEO (Search Engine Optimization)

produção técnica sp

O primeiro detalhe a ser compreendido nessa análise sobre SEO são os sinais.

São frequentemente usados e manipulados pelas técnicas e ferramentas SEO, mas muitas vezes incompreendidos. Um buscador pode usar sinais para muitas coisas, a categorização, geolocalização, comportamentais, demográficas e não apenas para fins de classificação. Alguns podem ser utilizados como sinais de qualidade (conclusão da tarefa), enquanto outros são usados em elementos de exibição nos resultados da pesquisa. Onde as coisas começam a ficar interessantes são os sinais page-level e os sinais site-wide, como um buscador “vê” seu site na web.

No entendimento estrito de “fatores de ranking”, estes podem não ser sempre considerados, mas na verdade são conceitos importantes.

Para simplificar, segue a relação de alguns destes sinais.

Sinais Site-Level: autoridade/confiança; classificações; classificação de ligação interna; localização; entidades; história do domínio; coneúdo fino.

Sinais Page-Level: meta dados; classificações e localização; entidades; autoridade/ confiança – links externos; sinais temporais; sinais de semântica; indicadores linguínticos – linguagem e nuances; fatores de destaque – negrito, itálico, cabeçalhos, listas.

Sinais Off-Site: sinais link relacionado; sinais temporais; elementos de confiança; entidade/órgão – citações, co-citaões; sinais gráfico-social; sinais de spam; relevância semântica.

Isso é o suficiente para mostrar a variedade de sinais que um buscador pode usar para entender o que um site e/ou uma página da web significa ou quer passar. Além disso, tipos de elementos podem ser utilizados nas pontuações dos resultados de busca.

SEO – SERPs – resultados das buscas

O termo SERP – Página de Resultados do Mecanismo de Busca – é usado para designar a página na qual o Google e outros mecanismos de busca exibem os resultados que foram processados em uma fração de segundos, na ordem que seus respectivos algoritmos os classificaram.

Segue uma ilustração que exibe a SERP do Google para o termo “produção técnica sp“.


SEO para o termo “produção técnica sp“.

Conforme imagem real acima (23-09), temos a área onde digitamos o termo a ser buscado.

Após algum instante, temos o resultado da busca praticamente em toda a 1ª página do Google.

Na área do retângulo, estão os links que chamam de resultados orgânicos. Trata-se dos links mostrados como resultado do algoritmo de busca do Google, e conforme informado pela empresa, não tem nenhuma interferência a não ser os critérios do próprio algoritmo e assim, são relevantes para o usuário que realizou a pesquisa. Esses links que sofrerão de acordo com a qualidade do trabalho de SEO realizado no site e em páginas.

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